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Espírito empreendedor: a capacidade de encontrar oportunidades nas piores situações

Um pensamento empreendedor não é exclusividade de Bill Gates e cia, tampouco se resume à Apple ou ao Vale do Silício, muito pelo contrário. A vontade de inovar se manifesta nas atitudes mais triviais, através das iniciativas. Mais ainda, praticado por qualquer um de nós. Na verdade, esta é uma atitude na qual devemos sempre apostar e incentivar. E o que torna o empreendedor um personagem perseverante, que supera até mesmo as piores situações? Você está incentivando a sua veia empreendedora? Iniciativa: Quando nós conseguimos cultivar os atributos que nos possibilitam exercer uma boa conduta empreendedora, adquirimos a facilidade em iniciar projetos mesmo quando não muito claros ou quando problemas cruzam nosso caminho. Uma espécie de reinvenção dia após dia, que igualmente testa nossa força de vontade. Qualquer um de nós pode incorporar a iniciativa às atitudes, ou mesmo fomentá-la no ambiente de trabalho, dica valiosa para empreendedores em início de carreira. Persistência: O que mais diferencia é sua capacidade de superação, de aprender com as decisões ruins e fazer uma leitura positiva da situação, possibilitando extrair soluções e não encarar como obstáculos. Mais do que isso, grandes figuras do empreendedorismo passaram por dificuldade em algum momento, mas todos se reergueram. Eis a prova de fogo. A questão é a maneira como se encara os problemas de percurso, negativamente ou vislumbrando oportunidades de aprimoramento do negócio.

“Uma pessoa que nunca cometeu erros nunca tentou algo novo”, Albert Einstein

Autoconfiança: Chegamos numa das condições para o sucesso do empreendimento e seu ponto em comum dos bem-sucedidos empreendedores, a autoconfiança, pertinente ao otimismo. Temos o otimismo como um elemento inerente ao empreendedor. Não me refiro à ideias fantasiosas, mas um otimismo racional e fiel à realidade. O otimismo das próprias ações, que complementa sua iniciativa, viabiliza percorrer toda uma jornada de altos e baixos e materializa a persistência. Além do mais, podemos cultivar a autoconfiança mantendo claro em mente o foco no objetivo que desejamos alcançar, nossa capacidade de adaptação, a busca por novas soluções e também a capacidade em aprender com os erros passados.

Liderança: A liderança é algo quase inerente ao empreendedor. A capacidade em criar e colocar objetivos em prática passa por um trabalho em equipe, em que o engajamento dos colaboradores depende de uma boa cultura empresarial pautada pelo reconhecimento e pela formação de uma mentalidade empreendedora. Quero dizer, processos internos e uma cultura que valorize a inovação. Como foi dito, a postura empreendedora deve ser sempre exercitada. Então o desafio que fica é: quais metas estabelecer e quais ações pensadas para incentivar a equipe na busca por uma postura empreendedora.

A cultura do empreendedorismo não pode ficar restrita aos cargos de liderança, mas preferencialmente estender-se à todo o quadro de funcionários. Afinal de contas, desafios surgem nos diversos processos e para todos há soluções inovadoras.

1 a cada 4 empresas fecha antes dos 2 anos

Planejamento estratégico: Vimos que empreendedores facilmente materializam sua ideias. Mas tirá-las do papel requer um planejamento: conhecer muito bem o produto/serviço, entender o cenário pelo qual a empresa está inserida, definir as metas e o caminho para atingi-la. Vale lembrar a necessidade do planejamento tanto no início do empreendimento quanto nos momentos de dificuldade, com projetos e planos de ação específicos a depender das necessidades.

E para colocar um planejamento em prática, alguns pontos devem ser verificados:

  1. Todos os colaboradores devem ter muito claro o que sua cultura organizacional representar, bem como seus objetivos. Um bom entendimento sobre o próprio papel na organização contribui também com o aspecto motivacional da equipe, desempenhando extrema relevância na busca pelas metas.

  2. Definir o caminho percorrido, as funções e toda a equipe envolvida.

  3. Colecionar o máximo que informação possível sobre o mercado e o cenário do qual a organização faz parte, além da cultura organizacional.

Acompanhar as etapas planejadas e analisar os resultados, com os ajustes necessários ao longo do processo.

Seguindo essas dicas rápidas, pequenos objetivos bem-sucedidos ao longo da jornada serão previamente planejados, reduzindo qualquer margem de erro. De nada adianta uma cultura empreendedora sem um caminho claro no qual a empresa caminha.

E a orientação profissional faz muita diferença!


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